GRUPO CARNIELETTO

PORTFÓLIO

Do projeto à realidade

Um portfólio de empreendimentos é a prova de que o desenho aguenta o contato com o terreno, o mercado e o tempo.

PUBLICADO EM 15 DE OUTUBRO DE 2026

Vista aérea do Condomínio Jardí, com quadras e áreas verdes

O papel aceita tudo

Qualquer desenho fica bonito numa folha em branco. A pergunta que importa vem depois: ele funciona quando encontra o terreno, o orçamento e o comprador? Um portfólio de empreendimentos executados é a resposta mais honesta a essa pergunta, porque mostra o que sobreviveu ao contato com a realidade.

Ao longo de 23 anos, o Grupo Carnieletto soma 16 empreendimentos executados e em execução, mais de 35 milhões de m² de cidade projetada e 30.944 lotes gerados. São números que representam decisões tomadas, obras entregues e bairros que hoje têm vida própria.

Cada projeto guarda uma história de ajustes. O que começou como um estudo de masterplan virou planta, depois obra, depois rua com nome e casa com morador. Ver esse caminho completo é o que distingue um desenho de arquivo de um projeto de verdade.

O tempo costuma ser o melhor revisor de um projeto. Anos depois da entrega, ficam claras as decisões que envelheceram bem: uma via bem dimensionada, uma área verde que virou ponto de encontro, uma quadra que se valorizou. Outras escolhas mostram o que poderia ter sido diferente, e esse aprendizado volta para a prancheta do projeto seguinte.

Vista aérea do Condomínio Jardí, com quadras e áreas verdes

Projetos que viraram lugar

O portfólio reúne tipos muito diferentes. Há condomínios como o Jardí, o Altavista e o Vivens; loteamentos como o Florencia, o Sperandio e o Arlanda Lagon; estudos de smart city como o Terraliz Chapecó; e distritos industriais como o Gov. Luiz Henrique da Silveira. Cada um nasceu de uma gleba específica e de uma pergunta própria.

Dois exemplos concretos mostram a força de um desenho que encontrou o seu público. O Loteamento Delta Park Eunápolis foi vendido em dois finais de semana. O Condomínio Jardí recebeu o selo de premiado nos Americas Property Awards 2024/25. São marcos de um portfólio já realizado — um retrato do que aconteceu, não uma promessa de repetição em projetos futuros.

Um projeto só termina quando deixa de ser desenho e passa a ser endereço.

O que fica

Depois da entrega, o que resta no mapa é uma cidade um pouco melhor resolvida. Ruas que funcionam, áreas verdes que foram preservadas, lotes que viraram casas. O trabalho do urbanista se mede nessa permanência — naquilo que continua fazendo sentido muito depois de a prancheta ser guardada.

É por isso que o portfólio é mais do que uma vitrine. Ele é um arquivo de decisões que deram certo e de erros que foram corrigidos a tempo. Cada projeto novo começa olhando para os anteriores, e é assim que o repertório cresce — um bairro de cada vez.

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